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Apresentadas as patronesses da II Feira Binacional do Livro

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A segunda edição da Feira Binacional do Livro foi lançada recentemente, em Rivera, no Uruguai. O evento acontecerá dentro do 9º Fronte(i)ra – Festival Binacional de Enogastronomia, entre os dias 05 e 09 de agosto, no Parque Internacional que une Sant’Ana do Livramento a Rivera.

A II Feira Binacional do Livro, com venda de livros, lançamentos, debates, teatro e ampla programação, tem a meta de estimular a formação de leitores e valorizar a riqueza literária do território onde Brasil e Uruguai se entrelaçam.

Ao longo dos séculos, ficção, poesia, textos técnicos e ensaios filosóficos deram vazão às diferentes formas de perceber e interpretar a cultura local – que é resultado das influências e processos históricos que tornam única a fronteira entre Brasil e Uruguai e, ainda mais peculiar a conurbação entre Sant’Ana do Livramento e Rivera.

A solenidade lotou o Centro Cultural Artigas, onde foram apresentadas as patronesses de 2025: Nair Leites Silveira, membro da Associação de Escritores de Rivera, e Maria Regina Prado Alves, titular da cadeira nº14 da Academia Santanense de Letras.

Maria Regina expressou alegria com a indicação, feita pelos seus pares da Academia, e ressaltou a importância do evento. “Hoje, mais do que era em outras épocas, é importante falar da importância da leitura, do livro impresso. É fácil perceber a dificuldade das novas gerações de interpretar textos por falta de conhecimento, de leitura e incentivo ao contato com os livros. Por mais que se fale em inteligência artificial, ela não supera a importância da leitura”, afirmou.

Em seu pronunciamento, Nair Leites também demonstrou muita emoção com a indicação ao posto de patronesse. Na sua visão, a Feira Binacional do Livro ajuda a fazer um resgate de valores que, avalia, estão cada vez mais escassos na sociedade moderna.

O Conselho Binacional da Feira do Livro, em conjunto com a equipe de coordenação do Fronte(i)ra, programa para essa segunda edição um evento ainda mais envolvente. A proposta é celebrar e integrar culturalmente os dois países, por meio da valorização da leitura como ferramenta de transformação.

“A democratização do acesso ao livro, com a presença das livrarias; a promoção da leitura, com os lançamentos de livros e palestras; a formação de novos leitores, com a programação infantil; e a realização de debates relevantes e inclusivos, que valorizam a diversidade literária e o estímulo à economia criativa em torno do livro, são pontos relevantes da Feira”, pontua Jussara Dutra, curadora do Festival.

Fonte: Clarisse de Freitas/Assessoria de imprensa

 

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